Adeus a Barba tem fogos e violada no Rancho

O cortejo fúnebre de Waldeny Barboza, conhecido como ‘Barba’, foi marcado por homenagens em frente ao seu antigo estabelecimento, o Rancho do Barba, em Campo Grande. Amigos e familiares se reuniram nesta quinta-feira (2) para a despedida, que incluiu viola, queima de fogos e cartazes de agradecimento.
A procissão passou pela Avenida Fábio Zahran, onde o empresário comandou a casa de shows por três décadas. Músicos tocaram clássicos sertanejos no local, enquanto o público se despediu com aplausos e emoção.
Waldeny morreu na manhã de quarta-feira (1º), aos 63 anos. De acordo com a família, ele sofreu uma queda em casa na semana passada e bateu a cabeça. Por usar medicamentos anticoagulantes, houve acúmulo de sangue no cérebro, o que levou às complicações que resultaram em sua morte.
O Rancho do Barba, fechado desde a pandemia de covid-19, funcionou por mais de 30 anos como um ponto de encontro para fãs de música sertaneja na capital sul-mato-grossense. Pelo palco do local passaram artistas como Milionário & José Rico, Michel Teló, Patrícia & Adriana, Jads & Jadson e João Bosco & Vinícius, além de talentos regionais.
O filho de Waldeny, Rafael Barboza, destacou o legado do pai para a cultura e o entretenimento de Mato Grosso do Sul. “Ele deixa o legado de um dos bares mais longevos da Capital, de um boteco que também virou uma grande casa de shows”, afirmou. Rafael também lembrou a generosidade do empresário, que oferecia comida gratuita em alguns fins de semana, com os clientes pagando apenas as bebidas. “Esse era o maior espetáculo que ele fazia”, resumiu.
Além da trajetória empresarial, Waldeny deixa dois filhos.
Em outra notícia, um caso curioso envolveu um recém-nascido em Campo Grande. Antes de chegar à maternidade, a primeira parada da vida de Brian foi dentro de uma viatura policial. A situação inusitada chamou a atenção e foi registrada pelas autoridades locais.
Já Helena, aos 57 anos, decidiu se assumir como mulher trans após ser reprimida pela família e pela religião ao longo da vida. Sua história de superação e busca por identidade foi compartilhada como um exemplo de coragem e autenticidade.
Na feira da cidade, Zé da Paçoca, de apenas 6 anos, faz sucesso ao brincar de vendedor. O menino, que já atrai clientes com seu jeito simpático, mostra talento precoce para o comércio e alegra os frequentadores do local.
Por fim, Serginho, um sambista que perdeu parte do pé devido à diabete, não deixou a doença calar seu samba. Ele continua se apresentando e levando alegria por onde passa, mostrando resiliência e paixão pela música.


